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24 de abr de 2009

Carros do futuro terão lataria que se auto-repara

Nada como chegar na garagem de manhã, olhar para o carro e ver que aquele amassadinho na lataria, feito no dia anterior, não está mais lá. Sozinho, o carro "reparou" a batida. Tecnologia como esta pode ainda demorar um pouco para atingir a escala de produção, mas não é mais uma idéia distante da realidade. Tudo graças ao uso da nanotecnologia em materiais para a indústria automobilística.

A nanotecnologia trabalha com estruturas extremamente pequenas, do tamanho de moléculas, o que aumenta a capacidade de manipulação dos materiais. Por isso, os estudos estão voltados na melhoria dos componentes e abrangem diversos materiais como metais, tintas, plásticos e vidros — até nos pneus a nanotecnologia é aplicada para o aumento do tempo de retenção da pressão.

Plásticos mais resistentes
No caso do desenvolvimento de veículos, a aplicação dos nanocompostos vive a chamada “primeira onda”, que está concentrada nos plásticos. De acordo com o diretor regional de São Paulo da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), Flávio Campos, os carros com projetos de menos de um ano e meio já têm esses materiais. “O que temos implantado tanto no Brasil quanto fora são materiais plásticos com mais resistência ao calor, mais robustos e, em alguns casos, com ganhos de produção, por causa da redução de custos”, explica Campos.

As aplicações em plástico são diversas: painéis, carroceria, forraçãoe outros acabamentos. Mas o grande ganho tem sido no compartimento do motor, devido à resistência às altas temperaturas. “A indústria vem substituindo partes metálicas por plástico. No Brasil, ainda não temos essa característica devido a processos internos, mas é uma tendência”, afirma o diretor da SAE. De acordo com o gerente de desenvolvimento de produtos e mercado da Nova Petroquímica, Cláudio Marcondes, a utilização de nanopartículas de cerâmica é uma das inovações que têm ajudado a melhorar as características dos plásticos.

Pintura à prova de riscos
A onda seguinte aos plásticos é a da pintura, que já está em processo avançado de desenvolvimento. Campos explica que, nesta área, há duas linhas de pesquisa. A primeira trabalha com a resistência a riscos. “Você pode passar um prego na lataria e a pintura não risca”, observa. A outra, é a propriedade de reconstituição, ou seja, o risco na pintura some com o tempo. “Esta tecnologia está sendo lançada fora do Brasil e é muito cara. Precisaria de uma escala adequada para compensar o custo. Não dá para uma pessoa pagar, por exemplo, R$ 20 mil a mais em um carro só por causa dessa característica”, pondera. Sobre a nanotecnologia nas tintas, o coordenador de tecnologias entre os vários centros de pesquisa e desenvolvimento da DuPont no mundo com foco no mercado sul-americano de tintas automotivas, José Valdir Guindalini, afirma que ainda não existe um verniz que resista a todos os “ataques”, mas a resistência ao risco já é um grande avanço. A manipulação das propriedades dos metais já caracteriza uma outra onda de inovações, ainda no início de desenvolvimento. “Existe uma pesquisa na Alemanha que estuda o desenvolvimento de um efeito borracha na chapa de metal, ela amassaria e, depois, voltaria ao estado inicial. Mas é uma pesquisa muito de fronteira ainda”, ressalta Flávio Campos.

Banco bactericida e vidro que escurece
O trabalho com a nanotecnologia abre extenso leque na indústria automobilística. Um exemplo é o uso de nanopartículas de prata em dutos e caixa de ar-condicionado, carpetes e tecidos, com foco no benefício proporcionado pela característica bactericida do material.
Aliás, as propriedades da prata já são exploradas pela indústria têxtil. “A nanoprata mata 90% de fungos, algas e bactérias. A aplicação em fibras de bancos, por exemplo, traria benefícios até a ônibus e metrô”, aponta Cláudio Marcondes.
Em relação aos vidros, as pesquisas vão desde a mudança das propriedades do material até a sua substituição por policarbonato (material sintético). A mais recente inovação, aplicada, por enquanto, apenas em Ferraris, é o vidro eletrocrômico. O diretor-geral da Saint-Gobain Sekurit para Brasil e Argentina, Manuel Corrêa, explica que a tecnologia utiliza uma passagem de corrente elétrica pelo vidro, para que a cor do vidro se adapte de acordo com a necessidade de luminosidade do condutor.

Desafio é conseguir escala de produção
Quem compra um Ferrari, provavelmente terá dinheiro para bancar tecnologias como essas. Entretanto, quase ninguém pode comprar uma Ferrari. Por esse motivo, o maior desafio da indústria automobilística é tornar comerciável tal tecnologia — e isso só é possível com a economia de escala. É o que já acontece com os plásticos, por isso representa a primeira onda de avanço. Flávio Campos, da SAE, explica que na área de plásticos, os benefícios proporcionados com a tecnologia têm sido maior que o custo de desenvolvimento. Campos ressalta o alto investimento em pesquisa o caminho para tornar comerciável mudanças em todas as áreas de materiais. E o argumento para isso abrange, inclusive, questões ambientais, já que a nanotecnologia pode facilitar a reciclagem dos componentes e ajudar na redução do peso total do veículo, o que diminui os níveis de emissão de gases poluentes.
"O Brasil precisa de mais investimentos nessa área de nanotecnologia, que é muito importante na busca pelo carro barato e mais competitivo mundialmente", ressalta Campos

Fonte: Dica Fresca

Nike Transformers

O filme foi um sucesso e como todo bom filme surgem os produtos licenciados cujo objetivo é exclusivamente faturar. Eis que a Nike entrou na brincadeira e lançou o Nike Transformers, uma serie com vários modelos de tênis em que todos modificam-se e viram bonecos, como os do filme.


9 de abr de 2009

10 pessoas fora do comum!

1. A mulher que atinge 200 orgasmos por dia


O barulho de um trem, o secador de cabelo, uma máquina fotocopiadora - tudo isso é motivo para Sara Karmen, uma britânica de 24 anos, sentir um orgasmo. Somente durante os 40 minutos de uma entrevista ao jornal News of The World, ela teve 5 orgasmos. A moça sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que faz com que ela fique excitada por grandes períodos de tempo, mesmo sem ter um estímulo sexual. 'As vezes tenho muitas relações sexuais, na tentativa de acalmar-me.' - conta Sara.

2. O homem que não consegue engordar


O inglês de 59 anos, John Perry, pode consumir a quantidade de alimentos que quiser e não consegue engordar. O distúrbio, chamado lipodistrofia, faz com que o corpo queime rapidamente a gordura que absorve. Quando tinha cerca de 12 anos, Perry comentou que começou a emagrecer sem nenhum motivo aparente. Os médicos, imaginaram que ele estivesse sofrendo de uma úlcera estomacal. O problema de Perry é causado pela produção de insulina, que é seis vezes maior do que uma pessoa normal.

3. O homem que não sente frio


O holandês Wim Hof de 48 anos, que ficou conhecido como o 'Homem de Gelo', já correu uma maratona no Pólo Norte, apenas vestindo um short e nadou cerca de 80 metros em água gelada. Por uma condição incomum, Hof não sofre de hipotermia, como ocorre com a grande maioria dos seres humanos. Ao invés disso, o fluxo sanguíneo, que em temperaturas muito baixas é enviado apenas para os órgãos vitais, no caso dele, continua sendo fornecido para todo o corpo, não permitindo que ele sofra com ulcerações.

4. O garoto que não podia dormir


Imagine, uma criança que não dorme, nem cochila por 3 anos. Foi o que ocorreu com Rhett Lamb, que não tinha experimentado uma soneca na vida. O problema era causado por uma anomalia no tecido cerebral, chamada: má-formação de Chiari. Parte do seu crânio era anormalmente pequena e acabava exercendo uma pressão sobre o cérebro. Em maio desse ano ele passou por uma cirurgia e finalmente dormiu. Seu pai declarou que dividiu com a mãe do garoto a responsabilidade de monitorá-lo durante o sono.

5. A garota que é alergica a água


A australiana de 19 anos chamada Ashleigh Morris não pode usufruir de hábitos comuns à jovens da sua idade. Ela não pode ter contato corporal com água. Morris sofre de um doença de pele raríssima, chamada Urticária Aquagênica, que é um processo de alergia extrema à água. Quando Ashleigh se molha, seu corpo explode em feridas e caroços, que levam cerca de duas horas para aliviar. Como não há cura ou tratamento, Ashleigh preferiu parar de fazer esportes e tudo o que a faz suar.

6. A mulher que não consegue esquecer


Uma californiana de 42 anos possui a melhor memória do mundo. A mulher, que é conhecida como Jill Price, lembra-se de quase todos os dias de sua vida, a partir dos 16 anos de idade. Segundo ela, sua memória passa como um filme, 'ininterrupta e incontrolável'. Ela, lembra claramente o que ocorreu no episódio de 'Murphy Brown' em 28 de março de 1988. Além disso, ela recorda-se de fatos mundiais e outras tantas informações que pessoas comuns não conseguem recordar. Sua anomalia chama-se síndrome hipertimésica.

7. A adolescente que se alimenta apenas de Tic Tac


Natalie Cooper, inglesa de 17 anos, sofre de uma doença misteriosa: ela vomita toda vez que ingere algum alimento sólido. A única coisa que pode ela pode comer, com segurança, é a bala Tic Tac. Inicialmente, os médicos acreditavam que a menina sofria de bulimia, mas logo abandonaram a idéia. Por razões ainda inexplicáveis, o Tic Tac é a única comida que não a deixa mal. Porém, Nathalie precisa ingerir outros tipos de nutrientes através de uma fórmula especial, via tubo.

8. O homem que está há mais de 1 ano soluçando


Chris Sands, de 24 anos, soluça em média a cada dois segundos. Chris Sands, que é músico, disse que sua carreira ficou prejudicada e acredita que a cirurgia conseguirá lhe devolver uma vida normal. Segundo os médicos do Queen's Medical Centre, um tubo será implantado no estômago de Chris para monitorar o nível de acidez, pois ele sofre de refluxo ácido, motivado por uma falha em uma das válvulas.

9. A mulher que desmaia sempre que ri


Kay Underwood, 20 anos, tem cataplexia, ou seja, qualquer espécie de emoção forte que tenha pode fazê-la desmaiar, devido ao enfraquecimento repentino dos músculos. Excitação, raiva, medo, surpresa, e até vergonha podem provocar o desmaio. Sua condição anormal foi descoberta há cinco anos, quando chegou a perder a consciência por mais de 40 vezes em um único dia. Tal como muitos dos doentes de cataplexia, Kay sofre também de narcolepsia - adormece sem mais nem menos.

10. A mulher que tem alergia à tecnologia


Ela se chama Debbie Bird e é absolutamente alérgica à tecnologia. Para ela, falar no telefone celular, cozinhar no forno de microondas ou dirigir um carro, são tarefas praticamente impossíveis. Tudo porque Bird possui uma sensibilidade ao campo eletromagnético criado pela maioria dos aparelhos eletrônicos. Como conseqüência, Debbie sofre com uma dolorosa alergia na pele e nas pálpebras. Para diminuir o problema, ela criou uma espécie de zona livre da influência eletromagnética.

3 de abr de 2009

9 coisas boas que a internet arruinou

Nostalgia é uma coisa engraçada. Normalmente, ela não serve para qualquer outra finalidade do que fazer-nos odiar nossas vidas. Às vezes, pode realmente servir como um espelho em nossas vidas e mostrar como ferrados realmente somos. Como, por exemplo, como era a vida era antes da internet de alta velocidade. Claro, nossas vidas, podem ser tão péssimas agora quanto eram antes, mas é culpa da Internet que arruinou algumas coisas que outrora foram bons e santos. Veja nossa lista de 9 Coisas boas que a internet arruinou para sempre.

9. Rick Astley



O maior hit do cantor Rick Astley, Never Gonna Give You Up, "era idiota o suficiente para rirmos dele, mas ainda assim grudento o bastante para cantarmos bêbados no karaokê". Tudo mudou quando alguém resolveu publicar no YouTube um vídeo que parodiava a música. O irritante clipe Rick Roll virou um fenômeno na web e acabou com a graça de ouvir a declaração de amor de Astley.

8. Assistir a TV com outras pessoas



Houve um tempo em que assistir a um determinado programa na televisão podia ser um evento. Lembramos que podia ser chato o assédio de seus amigos sem-TV-a-cabo, mas acabava sendo divertido. Hoje, com a velocidade da banda larga, os torrents e tantos dispositivos móveis em que se pode assistir a TV, você não precisa mais nem de um sofá - muito menos de companhia.

7. Gatos



Gatos tinham uma rotina pacata de comer, dormir e ignorar as pessoas - até começarem a estrelar fotos com legendas engraçadas que logo viraram mania na web, em sites como o icanhascheezburger.com. Agora os donos de gatos se tornaram paparazzi sempre prontos para registrar qualquer movimento mais esquisito dos felinos.

6. Pôsteres motivacionais



Antigamente, você ia ao dentista e podia ficar olhando para pôsteres motivacionais que ajudavam a amenizar seu sofrimento. O problema foi a proliferação de "pôsteres desmotivacionais" na internet - com frases como "Esperança - ela pode não ser garantia a essa altura". Agora, insistir no antiquado pôster motivacional faz você parecer ridículo.

5. Listas
Listas já foram algo restrito a compras de supermercado, capas de revistas e ao programa do David Letterman. Então veio a internet e listas de todos os tipos começaram a pipocar. Agora ficou difícil pensar em algo que ainda não tenha sido feito.

4. Pornografia



Se você já passou de uma certa idade, provavelmente descobriu a pornografia debaixo da cama do seu pai ou na casa de um amigo. Não era emocionante? Mas com a web a pornografia acabou se tornando algo extremamente solitário, e você ainda corre o risco de se deparar com terríveis vídeos amadores.

3. Tom Cruise



Antes do YouTube, Tom Cruise era o astro de filmes como Top Gun e Jerry McGuire. Mas seu comportamento estranho em um programa da apresentadora Oprah Winfrey se espalhou pela internet e acabou com sua imagem de galã.

2. Jornalismo



"O que aconteceria se Clark Kent e Lois Lane trabalhassem para um blog? Eles estariam em seus sofás, usando apenas roupas de baixo e copiando e colando artigos", lembrando de um tempo glamouroso de jornalismo investigativo. Hoje, jornalistas estão dando lugar a blogueiros e fotógrafos podem ser substituídos por qualquer câmera digital e um Photoshop.

1. Privacidade



Redes sociais arruinaram nossa privacidade. Hoje você não pode mentir sobre onde vai, com quem vai ou o que está fazendo - sempre há alguém com uma câmera e um perfil no Facebook. Seus colegas de trabalho adicionam você como amigo e impedem que você conte para seus amigos sobre o porre de sábado à noite ou alguma experiência ilegal. "Mesmo para adultos responsáveis, as linhas que separam socializar, perseguir ou invadir a privacidade de alguém são muito tênues".

Fonte: OMGlists

2 de abr de 2009

Insetos tecnológicos

A grande maioria das pessoas não aprecia muito os insetos. Concordo que também não gosto muito deles, mas diferentemente de nós, existem pessoas como Mike Libby. Ele é um artista multi-disciplinar que faz esculturas altamente detalhadas, maquetes, colagens e desenhos. Através de diversos materiais e metodologias, ele explora temas como ciência, natureza, fantasia, história e autobiografia; destacando o ilógico e agudas correspondências entre o real e o irreal. Durante os últimos 8 anos, começou a desenvolver o trabalho que irei apresentar a seguir, o qual ele chama por Insect Lab.

O Insect Lab customiza espécies reais de insetos, com partes de relógio antigas e outros componentes tecnológicos. Desde joaninhas até gafanhotos, cada um é adornado individualmente, uma única celebração das contradições e confluências entre natureza e tecnologia. Aprecie!



Papilionidae: Papilio Ulysses Ulysses


Arachnidae: Heterometrus Spinifer


Odanata: Anax Junius


Gostou? Então confira toda a coleção.